Resenha: Punk 57 / Penelope Douglas

Resenha: Punk 57 / Penelope Douglas

Resenha 🌷

#resenhameuromeo

324 paginas || @penelopedouglas| The Gift Box Editora.


Autora best-seller do New York Times, Penelope Douglas, apresenta seu mais recente romance “New Adult”… “Nós éramos perfeitos juntos. Até nos conhecermos.” ┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈Misha: Não posso deixar de sorrir com a letra da música em sua carta. Ela sente a minha falta. Na quinta série, minha professora organizou duplas com colegas de uma escola diferente. Pensando que eu era uma menina – por causa do meu nome – a outra professora me juntou com a sua aluna, Ryen. Minha professora – acreditando que Ryen era um garoto – concordou. Não demorou muito para descobrirmos o erro. E, em pouco tempo, estávamos discutindo sobre tudo. A melhor pizza para viagem. Android vs. iPhone. Se Eminem é ou não o melhor rapper de todos os tempos… E foi assim que começou. Nos sete anos seguintes, éramos só nós. Suas cartas são sempre escritas em papel preto com caneta prateada. Às vezes, recebo uma por semana ou três em um dia, mas eu preciso delas. Ela é a única que me mantém nos eixos, me acalma e aceita quem eu sou por inteiro. Nós só tínhamos três regras: nada de redes sociais, sem números de telefone e nenhuma fotografia. Nós tínhamos um lance bacana. Por que arruinar isso? Até eu deparar com uma foto de uma garota, online. Com o nome de Ryen, que ama a pizza do “Gallo” e idolatra seu iPhone. Quais eram as chances? Que se f*da. Preciso encontrá-la. Só não imaginava que odiaria o que descobri.┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈♥┈ Ryen: Ele não escreve há três meses. Algo não está certo. Ele morreu? Foi preso? Conhecendo Misha, nem um dos dois seria um exagero. Sem ele por perto, estou ficando maluca. Preciso saber que alguém está me ouvindo. A culpa é minha. Devia ter pedido seu número de telefone, foto ou algo assim. Ele podia ter sumido para sempre. Ou poderia estar bem debaixo do meu nariz, e eu nem sequer desconfiava.


Olá leitores, hoje trago a resenha do livro PUNK 57, publicado pela The Gift Box Editora e que foi lido pela nossa colaboradora, Kelly.

Temos aqui a história de Misha e Ryen, dois adolescentes que trocam correspondências por 7 anos consecutivos e por mais que não se conheçam pessoalmente, eles são os melhores amigos um do outro.

Nessas trocas de cartas eles tinham três regras básicas: nada de rede social, nada de telefone ou fotografia.

Mas isso começa a ruir quando um deles, sem querer descobre a identidade do outro.

E agora será que todos esses anos de correspondência, todos segredos contados refletem com a realidade?

🌷Eu adoro YA. Amo o cenário de high school e livros com personagens adolescentes.

Eu já havia lido este livro a um tempo atrás, e antes mesmo da editora publicado eu havia lido em inglês, mas quando houve o lançamento em português eu resolvi reler.

Temos aqui dois amigos que não se conhecem pessoalmente mais isso é só uma detalhe.

Misha e Ryen trocaram tanta confidências através dos anos, que eles se conhecem como se vivessem lado a lado.

Misha é guitarrista de uma banda e se inspira nas cartas de Ryen pra compor sua música.

Aparentemente Ryen da a impressão para Misha de que é uma menina doce só que na verdade ela se esconde atrás de uma personalidade fútil, sendo a líder de torcida pop do colégio, desejada e odiada por todos.

Já Misha é bem verdadeiro, tanto nas cartas como na vida real e mesmo depois de uma tragédia pessoal que vira sua vida de cabeça pra baixo, ele segue tentando acertar.

O romance no início é meio esquisito, com o Misha sendo um verdadeiro ogro, mas como a Ryen é uma mocinha que gosta de aparentar futilidade, eu achei até que ela mereceu algumas coisas que ele falava para ela.

As cenas hot são deliciosas e com pegadas bem quentes, e a autora consegue bem te ambientar sobre todas as cenas.

O título tem total relação com o livro, já que em um momento a autora conseguiu explicar bem o motivo do título ser Punk 57, e eu adorei a forma como ela compôs isso.

É um livro adolescente, com uma pegada bem quente, que eu particularmente adoro e que gostei da forma como a autora conduziu a drama, fugindo um pouco do clichê mocinha e mocinho fofos desde o início.

Foi uma leitura que eu comecei nem despretenciosa, mas que achei bem gostosinha.

Espero que quando vocês leiam gostem também e até a próxima.

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