Resenha: Fat Chance – A vez de Charlie Vega // Crystal Maldonado

Resenha: Fat Chance – A vez de Charlie Vega // Crystal Maldonado

“Sei que não é só comigo. A maioria das garotas tem alguma característica que a deixa insegura, não importa o quanto se esforcem para aceitar. Talvez
seja só a natureza humana; existe um motivo para todo mundo querer usar filtro nas fotos, certo?”

Resenha 🌷

336 páginas // Crystal Maldonado // Editora Gutenberg
Olá leitores, hoje trago a resenha do livro FAT CHANCE: A VEZ DE CHARLIE VEGA, que eu recebi em parceria com a editora, Gutenberg e foi lido pela colaboradora, Juh Pongeluppe.

Todo mundo quer que Charlie mude, mesmo que ela não queira, ou pelo menos tenta acreditar que não quer.

Afinal, mesmo sendo inteligente, dedicada, simpática e linda, o fato de ser gorda, faz com que todos a vejam como se ela fosse somente isto, e ignorassem todas as suas demais qualidades.

Contudo, quando Brian chega e a vê como ela verdadeiramente é, ela aprenderá mais sobre si mesma do que imaginou, além de encontrar um amor no caminho.

🌷Eu amei a história da Charlie.

E o que eu mais gostei na história é o fato dela abordar diversos assuntos, que infelizmente ainda são pouco abordados na maioria das histórias.

Temas como a obesidade, o se aceitar como você é, bullying, relações familiares, o preconceito, e entre outros, são temas presentes em toda a história.

Por ser uma história mais voltada ao público adolescente, eu achei bem importante e a narrativa é voltada para este público, pois, percebemos que a autora fala com o que muitos deles e de nós já passamos na adolescência.

Além disso, eu adorei o Brian. Um mocinho fofo, carinhoso e que faz ela se enxergar e aprender a não se importar com o que as pessoas falam.

A importância que ele tem durante toda a caminhada da Charlie é super importante, porque por mais que ela tente negar, suas características físicas sempre mexeram com ela, ainda mais porque dentro da sua própria família ela sofria com o preconceito.

Achei um livro real, importante e mostra a importância do amor-próprio, pois, com ele, nada pode nos abalar.

Até porque, quando aprendemos a nos aceitar como somos, tudo ao redor parece conspirar para as coisas darem certo.

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