Resenha: Proteções Duvidosas / Lorraine Heath

Resenha: Proteções Duvidosas / Lorraine Heath

✨ “Eu me lembro de uma época em que queria sempre mais dinheiro, e faria qualquer coisa, qualquer coisa mesmo para tê-lo. Agora, quero apenas passar mais tempo com Livy. Ela é o verdadeiro tesouro da minha vida. A dona do meu coração e da minha alma, e, para todo o sempre, meu amor.”

Resenha ✨

400 páginas / Lorraine Heath / Editora Harlequin
Olá, leitores. Passando aqui hoje com a resenha do livro PROTEÇÕES PERIGOSAS, segundo livro da série Os órfãos de St. James.

Olivia Stanford sempre foi guiada pela responsabilidade. Como duquesa de Lovingdon, aprendeu a silenciar os próprios desejos em nome do dever. Após a morte do marido, ela se surpreende e, claro, se revolta, ao descobrir que um homem de reputação duvidosa foi escolhido para administrar os bens do falecido… incluindo os dela e do filho. Agora, está sob a autoridade de alguém que ignora convenções e, ao que tudo indica, a levará a fazer o mesmo.

Jack Dodger, que já viveu como ladrão, tornou-se o influente dono de um clube reservado para homens da elite. Experiente em prazeres e excessos, ele domina o mundo da sedução e do escândalo. O que Jack desconhece é o motivo que levou o antigo duque, a quem mal conhecia, a nomeá-lo herdeiro de tamanha fortuna. Mas até descobrir a verdade, pretende explorar ao máximo os privilégios desse legado inesperado.

Porém, ambos não esperam que, no meio das diferenças, eles encontrem o amor mais puro que poderiam possuir…

✨ Eu li este livro pela primeira vez em meados de 2017. Lembro que um ano depois eu reli ele de novo, e desde então sonhei com o momento em que esta série seria publicada aqui.

Lorraine é minha autora favorita da vida desde o momento em que li seu primeiro livro. E eu sempre — sempre mesmo — indico ela para todo mundo.

E engraçado que eu muitas vezes esqueço de muitas histórias que leio, mas as delas sempre ficam fixas na minha mente.

E todo mundo que conhece o Jack sente um misto de amor e curiosidade por ele. E eu li fora de ordem, então, conheci tanto ele como a Olivia sendo pais, para depois saber como surgiu a história de amor deles.

A história de amor deles é improvável. Afinal, uma duquesa viúva e um dono de uma casa de jog4t1n4, não poderia ser mais diferente. Fora que ela é totalmente ligada às regras e aos bons costumes. Enquanto ele não se incomoda nem um pouco em quebrá-las.

Mas o amor… o amor é capaz de tudo. O amor mostra que não existem barreiras se você quiser vivê-lo. E eles quiseram, eles lutaram por ele, sacrificaram por ele e foram felizes com ele.

Eu amei que a Olivia sempre foi uma mãe feroz, não à toa criou filhos incríveis. Ela sempre teve uma força que desconhecia, mas que pode descobrir mais ainda desde que o Jack apareceu e mostrou para ela que ela era linda, desejável e perfeita para ele.

E o Jack é maravilhoso! Não tem como não amar ele e não se emocionar. Enquanto escrevo isso e lembro de tudo o que ele passou, lágrimas caem dos meus olhos mais uma vez.

A força que ele teve. Ele foi amigo, foi herói, foi pai, foi irmão, foi marido e foi amante. Foi protetor, foi divertido, sarcástico e fantástico.

Ele foi tudo! E essa história é tudo.

Tudo como só Lorraine sabe fazer. Tudo como só ela sabe escrever com a intensidade e as reviravoltas que ela sabe tão bem como ninguém criar.

Não existe receita para seus romances, eles são perfeitos… Simples assim.

O próximo está vindo aí… o que me resta agora? Ansiar por ele, e me admirar e lembrar que sempre que eu quiser mat4r a saudades dos personagens, eles estão a um toque das minhas mãos.

Resenha: A Guerra dos Mundos / H. G. Wells

Resenha: A Guerra dos Mundos / H. G. Wells

 

a guerra dos mundos

Resenha

A Guerra dos Mundos

H. G. Wells

296 páginas ||  Suma das Letras


Sinopse: “Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânicos gigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta. É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior? Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores. Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica. Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles — responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 —, que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells. “


Eu comecei esse livro e não gostei logo de cara. Mas assim que entendi a proposta dele não consegui largar! Eu li da metade pra frente em menos de dois dias. O que é bem pouco tempo, pois ele foi escrito no século 19 então requer uma certa atenção.

Esse livro é narrado em primeira pessoa por um personagem que não nos é apresentado formalmente, (não aparece seu nome em momento algum) como um relato posterior, feito em algum momento já depois do ataque alienígena. Era bastante comum ele usar expressões como “naquele momento ainda não sabíamos” e em outros “Caro leitor”. Tudo que sabemos sobre o narrador é que ele é um escritor de ensaios filosóficos, casado, e vive em um povoado próximo a Londres, onde os primeiros marcianos chegaram. E é por meio do relato deste homem que passamos por toda a invasão marciana e sabemos seus motivos.

Eu recomendo muitooo! Esse livro é uma das obras mais importantes da ficção cientifica mundial. Leiam!!
Tem a adaptação que não e nada fiel ao livro mas que da pra você curtir aí um filme bem feito e com o Tom Cruise 😁😍

Uma curiosidade:

No dia 30 de outubro de 1938, um programa de rádio desencadeou pânico nos EUA.
Foi a dramatização do livro, transmitida às vésperas do Halloween em forma de programa jornalístico, com efeitos sonoros, gritos, a emoção dos supostos repórteres e comentaristas. Tudo dava impressão a ivasão alienigena estar sendo transmitido ao vivo.
Foi ouvido por milhões de pessoas, só que metade sintonizou quando já havia começado, perdendo a introdução que informava tratar-se do radioteatro semanal. Entraram em pânico, com aglomerações nas ruas e congestionamentos causados por ouvintes apavorados tentando fugir do perigo.

 

Resenha – O Cemitério / Stephen King

Resenha – O Cemitério / Stephen King

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O Cemitério

Stephen King

424 páginas || Editora Suma Das Letras


Sinopse: Louis Creed, um jovem médico de Chicago, acredita que encontrou seu lugar naquela pequena cidade do Maine. A boa casa, o trabalho na universidade, a felicidade da esposa e dos filhos lhe trazem a certeza de que fez a melhor escolha. Num dos primeiros passeios familiares para explorar a região, conhecem um “cemitério” no bosque próximo a sua casa. Ali, gerações e gerações de crianças enterraram seus animais de estimação.

Para além dos pequenos túmulos, onde letras infantis registram seu primeiro contato com a morte, há, no entanto, um outro cemitério. Uma terra maligna que atrai pessoas com promessas sedutoras e onde forças estranhas são capazes de tornar real o que sempre pareceu impossível.


Olá leitores, hoje trago a resenha do livro Cemitério do rei do terror Stephen King.

Mais uma vez o rei me deixa sem palavras e em total estado de estupor durante toda a leitura dessa história. A questão mais trabalhada nessa trama é a morte e suas consequências nas pessoas que a presenciam e que precisam lidar com ela, seja desde animais até mesmo pessoas. Cada um tem sua crença e sua maneira de lidar com a situação, mas na cidade Ludlow nada é tão simples como aparenta ser.

Louis se muda para essa nova cidade com a esposa Rachel e seus filhos Ellie e Gage e logo no primeiro dia faz amizade com Jud seu vizinho, um senhor que teria idade para ser seu pai, e é através dele que a família conhece a trilha e o “cemitério de bichos” que as crianças cuidam com todo carinho.

A vida vai indo bem no trabalho, em casa e na comunidade, mas essa pacificidade começa a abalar quando o gato da família é morto na estrada. Jud leva Louis a outro cemitério, uma extensão do primeiro e conta toda a história do lugar. No outro dia o gato aparece vivo o que deixa-o transtornado e cheio de perguntas.

A cidade carrega uma energia negativa dos antepassados, esse cemitério pode trazer os mortos à vida, porem não devolve o individuo igual ao que era antes, ele volta diferente e nem sempre para o lado bom.

Tudo está em perfeita ordem até acontecer uma fatalidade na família o que nos leva a questionar o que uma pessoa é capaz de fazer para acabar com a dor da morte.