Resenha: Rosas de Maio / Dot Hutchison

Resenha: Rosas de Maio / Dot Hutchison

✨ “Meu nome é Prya Sravasti, e eu não sou vítima de ninguém.”

Resenha ✨

300 páginas // Dot Hutchison // Editora Planeta

Olá, leitores. Hoje trago a resenha do livro ROSAS DE MAIO, sequência do livro o jardim das borboletas, que eu recebi e li em parceria com a editora Planeta dos Livros Brasil.

Após os eventos da descoberta do “Jardim” e de tudo o que foi feito para as garotas borboletas, tudo parece ir no sentido da calmaria. Pelo menos para aquelas meninas.

Contudo, para os agentes Brandon Eddison, Victor Hanoverian e Mercedes Ramirez, no entanto, a calma não parece valer: em outra parte dos Estados Unidos, mais uma jovem surge brutalmente assassinada.

Os indícios apontam para a ação de mais um serial-killer psicopata, capaz não apenas de matar a sangue-frio, mas também de elaborar a cena a ser descoberta: a jovem é descoberta no altar de uma velha igreja, com a garganta cortada e o corpo rodeado de flores.

Os crimes vêm acontecendo a anos, e agora o mês de maio se aproxima. A pergunta é: quem será a nova vítima?

E será que os agentes vão conseguir uma nova garota de ser brutalmente assassinada?

✨Ter expectativas sobre uma história pode ser algo bom, como pode ser algo que põe tudo a perder.

E quando eu li o livro “o jardim das borboletas” da mesma autora, eu fiquei tão impactada com a história, que quando eu vi existir uma “sequência” eu me interessei muito na leitura.

Contudo, acabei me frustrando um pouco.

Não que o livro seja ruim, pois, ele não é. Mas, eu esperava uma história eletrizante e fluida como foi o primeiro livro.

Nesta história, as “borboletas” aparecem, mas elas não são o foco.

Aqui o foco é a personagem Prya, que perdeu sua irmã a algum tempo, onde, ela foi brutalmente assassinada por um serial-killer, que até o momento não foi identificado.

Para superarem tudo, e ainda mais porque o caso acabou tendo muita cobertura da mídia, ela e sua mãe acabam se mudando em busca de novos ares.

O problema é que com a proximidade do mês de maio (mês em que o assassino acaba cometendo seus crimes), a Prya começa a receber flores, o que se assemelha aos casos do serial-killer.

A premissa é ótima, né? Mas acho que o problema foi a execução. Ela é lenta, alguns pensamentos dos personagens acabam não tendo sentido nenhum e achei eles até desnecessários.

E o pior de tudo é que eu desvendei o criminoso no exato momento em que ele apareceu. E quando tive a certeza, percebi o quanto foi previsível e que só a personagem não conseguia enxergar.

O final foi o oposto do livro todo: acelerado e faltou detalhes que eu particularmente gostaria de ler. Parecia que ela havia cortado essas cenas e senti falta delas.

Enfim, como falei, não é um livro ruim, mas se comparado ao primeiro, deixa a desejar.

Ainda assim quero ler o terceiro e espero que ele seja tão bom quanto foi o primeiro.

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