Resenha: Reino de Ferro / Holly Black

Resenha: Reino de Ferro / Holly Black

✨ “Kaye Fierch já passou pelo maior choque de sua vida: descobrir-se como um ser encantado. Agora, em meio a uma iminente coroação e uma possível guerra, vai precisar lidar com as consequências dessa transformadora descoberta.”

Resenha ✨

224 páginas // Holly Black
Olá, leitores. Hoje trago a resenha do livro REINO DE FERRO, terceiro e último livro da trilogia Conto de fadas moderno, que eu recebi e li em parceria com a editora Galera Record.

Finalmente acaba de chegar o momento da coroação de Roiben, mas para Kaye, uma changeling criada distante do Reino das Fadas, seu foco está em manter-se próxima do lorde por quem está apaixonada. Sem exatamente compreender as repercussões desse gesto, a pixie dedica a Roiben uma declaração pública e recebe em troca uma missão impossível que a fará questionar seu lugar não apenas entre as fadas, mas também entre os humanos, no Reino de Ferro.

Por onde quer que transite, Kaye parece encontrar problemas e situações potencialmente arriscadas: de um lado, a incerteza de contar a verdade sobre sua origem à mãe humana; de outro, a insegurança em viver em meio ao Povo das Fadas, que a desdenha e recusa ao máximo sua presença. No entanto, Kaye tem a seu favor não apenas um poderoso álibi, mas também o conveniente afeto de Lorde Roiben, a quem ao mesmo tempo, deseja proteger a todo custo.

O Povo tem olhos por toda parte, teias que ultrapassam o Reino das Fadas e, sobretudo, alcançam os territórios mortais de Nova York, o segundo lar de Kaye… e as recentes movimentações da pixie tornaram-na grande motivo de interesse de uma influente rainha. Agora, para resolver a charada imposta pelo lorde, Kaye precisará se envolver em enigmas extravagantes e intrigas perigosas se quiser não só manter-se em segurança, mas, acima de tudo, impedir a concretização de um desfecho trágico com consequências fatais.

✨Aqui jaz eu indo para a resenha do terceiro e último livro da trilogia.

Poderia ser melhor? Poderia.
Foi ruim como o segundo? Não foi.
Mas, não posso deixar de dizer que o final foi satisfatório.

Bom, aqui temos vários plots, algumas reviravoltas, mas não sei, eu continuei com a sensação de que a história se fosse maior poderia ter sido melhor desenvolvida.

Como eu falei na resenha dos livros anteriores, eu sou apaixonada pela trilogia “O povo do ar”, da autora e fui super empolgada ler esta, imaginando que eu iria amar o casal e os personagens como eu amei a trilogia lançada anteriormente.

Eu confesso que a relação Kaye e o Roiben está melhor, mas continuei não sentindo a mínima química entre eles. Eu lia e pensava “é um casal ok, mas falta tompero (sim, igual ao Érick Jacquin fala)”.

O livro é fluido, mas em alguns momentos certas coisas que não precisariam são desenvolvidas e outras que poderiam ser melhores descritas acabam ficando em segundo plano.

O final eu gostei porque temos um pouco da trilogia do povo do ar e isto acabou me deixando feliz.

Mas, literatura é aquilo. Um livro pode funcionar bem para uma pessoa, e pode não funcionar para outra, e está tudo bem.

Então, recomendo que leia e tire suas próprias conclusões.

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